Bel Sanmax por Bel Sanmax Livros 02.03.2020 02.03.2020

Os livros favoritos do público da Saraiva

Os livros são parte da cultura e da vida do brasileiro. De romances a obras sobre história, biografias bem-humoradas e clássicos da culinária, são muitos os estilos literários dos títulos que agradam aos leitores.

Victoria Aveyard, Aka Poeta, Tessa Dare e mais autores contam quais seus livros favoritos

Conheça as obras mais queridas do público da Saraiva em todos os gêneros, em levantamento feito durante os meses de 2019, tanto nas lojas físicas quanto na virtual.

MAIS: Os livros de autores brasileiros mais lidos pelo público

OS MELHORES LIVROS SEGUNDO OS LEITORES DA SARAIVA

1º) Um Caminho Para a Liberdade

Autor: Jojo Moyes

Crédito: Arquivo Saraiva

Cinco mulheres se unem motivadas por um desejo em comum: proporcionar cultura para os moradores mais pobres de sua pequena cidade. Margery, Alice, Beth, Sophia e Izzy são vistas como perigosas e indesejadas cidadãs, por não seguirem as regras sociais impostas às mulheres da época.

Na trama, que se passa na década de 1930, as protagonistas enfrentam juntas inúmeras dificuldades ao assumirem a bilbioteca local. Outros livros da autora: Como Eu Era Antes de Você e Depois de Você.

2º) Escravidão Vol. 1 – do Primeiro Leilão De Cativos Em Portugal Até A Morte De Zumbi Dos Palmares

Autor: Laurentino Gomes

Tudo que já fomos no passado, o que somos hoje e o que seremos no futuro tem a ver com as nossas raízes africanas e a forma como nos relacionamos com elas. E essas raízes são mais profundas do que se imagina”, explicou o autor paranaense em entrevista exclusiva ao Blog da Saraiva sobre a obra.

O volume inicial cobre um período de 250 anos, entre o primeiro leilão de cativos africanos registrado em Portugal, em 1444, até a morte do mais notório líder da resistência escrava, Zumbi dos Palmares, em  1695. Com caderno de imagens e mapas, o livro faz parte de uma trilogia, cujos próximos volumes, a serem publicados em 2020 e 2021, têm como foco o auge do tráfico negreiro, no século XVIII, o movimento abolicionista e fim da escravidão, além de um ensaio sobre a a prática escravagista desde os primórdios da história.

O livro também foi eleito o melhor na categoria MELHOR AUTOR OU AUTORA DE NÃO – FICÇÃO.

3º) Prólogo, Ato, Epílogo – Memórias

Autor: Fernanda Montenegro

Crédito: Arquivo Saraiva

As memórias da mais laureada atriz brasileira, Fernanda Montenegro, publicadas para coincidir com seus 90 anos. Na obra, a atriz narra suas memórias numa prosa afetiva, cheia de inteligência e sensibilidade, sua saga de vida.

Da chegada de seus antepassados ao Brasil, o casamento com o também artista Fernando Torres e a criação dos dois filhos, ao o inesperado sucesso internacional nos anos 1990, quando foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. “Não estou romanceando.

Tenho quase um século de vida, portanto posso dizer: ‘Era no tempo do rei’”, diz Fernanda, que narra suas histórias contadas em parceria com a escritora Marta Goes.

4º) Os Testamentos

Autor: Margaret Atwood

Crédito: Arquivo Saraiva/ Rocco

Os Testamentos é a continuação de um dos livros mais renomados da literaratura contemporânea: O Conto da Aia. A linha do tempo da obra se passa 15 anos do desfecho do livro inicial, que narra os bastidores da vida das oprimidas mulheres da República de Gilead. O governo do estado, antes os Estados Unidos da América, está nas mãos do partido pró totalitarista e fundamentalista cristão, que chegou ao poder através de um golpe.

Mesmo após diversas rebeliões, Gilead segue no comando da nação, mas possivelmente sem a mesma força. As protagonistas mudaram: duas são jovens mulheres, nascidas em lados diferentes das fronteiras da América do Norte: Canadá, onde há liberdade de expressão, e Gilead. Juntas com a terceira personagem, uma das inquisitoras do regime, elas atestam as realidades vividas pela primeira geração de mulheres a crescer sob esta nova ordem mundial.

5º) Essa Gente

Autor: Chico Buarque

Crédito: Cia das Letras

Fale rápido e sem pensar a seguinte frase: Chico Buarque e Manuel Duarte. O segundo é o protagonista do sexto romance de Buarque, que lhe rendeu o prêmio Camões de literatura em 2019. Duarte é um escritor decadente, falido, com a vida pessoam em farrapos. Ele já viveu seus momentos de glória literária na década de 1990, quando publicou um best-seller histórico.

O modo narrativo, em forma de diário e com humor, segue o degringolar da vida de Duarte em paralelo ao da “co-protagonista” do título, a cidade do Rio de Janeiro. Como os livros anteriores de Buarque, o texto recria uma realidade fictícia “quase real”, na qual uma análise político-social, baseada em circustâncias contemporâneas, é traçada com a voz do personagem principal.

 

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