Saraiva Conteúdo por Saraiva Conteúdo Livros 24.01.2011 24.01.2011

Fundação Biblioteca Nacional

O escritor e jornalista deRibeirão Preto, Galeno Amorim, diretor do Observatório do Livro e da Leitura, éo novo presidente da Fundação Biblioteca Nacional – uma das mais tradicionaisinstituições de cultura do País, e também é uma das oito maioresbibliotecas do mundo. O anúncio foi feito na última sexta-feira, 21 de janeiro,pela ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

Galeno Amorim é considerado umdos maiores especialistas em políticas públicas do livro e leitura da AméricaLatina. Foi responsável pela criação do Plano Nacional do Livro e Leitura(PNLL), dos ministérios da Cultura e da Educação. Criou e dirigiu programascomo o Fome de Livro (para zerar o número de cidades sem bibliotecas), o AnoIbero-americano da Leitura (VivaLeitura), a Câmara Setorial, o PrêmioVivaleitura e a desoneração fiscal do livro, entre outros.

Ex-professor de Ética eLegislação no Jornalismo e diretor do Sindicato dos Jornalistas do Estado deSão Paulo, Galeno Amorim é autor de 16 livros, entre ensaios e literaturainfanto juvenil, com tiragem total de 350 mil exemplares. Entre as obraspublicadas, estão Políticas Públicas do Livro e Leitura (OEI/Editora Unesp) e Retratos da Leitura no Brasil (Imprensa Oficial/Instituto Pró-Livro), com osresultados e análises da pesquisa do mesmo nome, que ele coordenou. Trabalhouem O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Agência Estado e Rede Globo.

Em entrevista ao jornal O Globo desta segunda 24, Amorim afirmou que está previsto para a sua gestão a criação do  Instituto Brasileiro de Livro e Leitura: “”A Biblioteca Nacional terá toda a responsabilidade pela política pública do livro e da leitura no Brasil. Hoje, existe uma Diretoria de Livro, Leitura e Literatura e também existe o Plano Nacional de Livro e Leitura. Ambos devem vir para a Biblioteca Nacional, e eu terei a responsabilidade de preparar a criação do Instituto Brasileiro de Livro e Leitura. Esse instituto será o responsável pela gestão das políticas públicas da área, e, quando isso acontecer, a Biblioteca Nacional vai se dedicar exclusivamente para a Biblioteca Nacional””.

Com informações do Jornal A Hora.

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