Saraiva Conteúdo por Saraiva Conteúdo Filmes e séries 25.04.2014 25.04.2014

Bruxas para todos os gostos: cinco séries para você que adora bruxaria

por Willians Glauber
atualizado em 28/04/2014

E se as bruxas de Salém realmente tivessem existido? E se parte delas tivesse fugido para Nova Orleans e suas gerações ainda estivessem entre nós até hoje?

Como seria a vida de uma adolescente de 16 anos que se descobre bruxa? E se já é difícil lidar com uma, imagine três bruxas irmãs?

Já imaginou como seria mais fácil se sua mãe pudesse recorrer a feitiços para lavar a louça, dar banho nas crianças e fazer o jantar?

O SaraivaConteúdo vai mostrar cinco séries que abordam a bruxaria de diferentes ângulos e maneiras.

As originais de Salem

É 1692 e as bruxas estão entre os moradores de Salém. Mary Sibley é a mais poderosa delas; com a ajuda de sua serva e amiga Tituba, ela mantém sua vida dupla na cidade: bruxa e esposa obediente de George, um homem mais velho e chefe do Conselho municipal.

Quando era mais nova, Mary se apaixonou por John Alden, que a deixou para lutar na guerra. Sete anos depois, ele retorna à cidade; porém, já é tarde: ela vendeu sua alma ao demônio.

A nova série, que estreou no dia 20 de abril, nos EUA, quer mostrar as bruxas de Salém como se realmente tivessem existido. Os produtores e roteiristas se basearam em transcrições de julgamentos que aconteceram no século 17, e muitas das acusações vistas no seriado foram feitas contra residentes de Salém na vida real.

American Horror Story: Coven e A Suprema

Na série, somos levados a Nova Orleans, lugar para onde as últimas bruxas de Salém fugiram e hoje suas descendentes lutam para manter a linhagem, que a cada ano se torna menor e mais fraca.

Em American Horror Story: Coven, descobrimos que existe um clã composto por essas descendentes. Elas são guiadas pela bruxa Suprema, a mais poderosa de todas e que detém a última palavra em qualquer decisão.

“Acredito que Coven integrou a esse universo um novo conceito para a bruxaria, adicionando uma Suprema e também testando os limites do próprio ser humano pela vida”, analisa Henrique Sene, fundador do site American Horror Story Brasil.

A trama acompanha Fiona, a atual Suprema, que faz de tudo para encontrar sua sucessora e destruí-la antes que ela tome seu lugar. O difícil é ter certeza de quem será a próxima reinante.

“A imagem reconstruída das bruxas foi um diferencial: roupas glamourosas, poderes inacreditáveis”, aponta Gustavo Cavalcante, webmaster de outro site também chamado American Horror Story Brasil.

Sabrina, a Bruxa Adolescente

Sem um clã para defender e sem Suprema, a série Sabrina: A Aprendiz de Feiticeira mostra outra abordagem da bruxaria: uma garota mora com as duas tias e, no aniversário de 16 anos, descobre que é uma bruxa.

Ao contrário de Salem e American Horror Story: Coven, o seriado é uma comédia leve, que une magia, aventuras épicas, dramas familiares e amorosos, sob o olhar de uma jovem se descobrindo mulher e feiticeira.

As três irmãs de Charmed

“A premissa ‘descobrindo os poderes’ sempre me encanta. As personagens são outro show à parte. Cada uma com seus próprios poderes, personalidades e, de certa forma, dramas diferentes”, comenta Rodrigo Sobral, fã declarado da série.

As irmãs Piper, Phoebe e Prue descobrem o livro das sombras no sótão e, depois de uma delas ler um encantamento, as três passam a manifestar diferentes poderes: congelamento do tempo, previsão do futuro e telecinesia.

“A série gira em torno dos obstáculos que você está disposto a percorrer para proteger e ficar com sua família; isso é o que mais me agrada em Charmed”, admite Rebecca Carvalho, outra fã do seriado, que assistiu a todas as oito temporadas.

A Feiticeira Carismática

A série ficou no ar durante oito temporadas, de 1964 a 1972. A história mostra a vida de Samantha, que, apesar de ser dona de casa, (quase sempre) obediente ao marido e responsável pelos afazeres domésticos, é independente e possui poderes mágicos para fazer o que bem entender.

A protagonista usa magia para ajudar sua família em questões simples e complicadas do dia a dia. “O ponto alto de seriados de bruxaria em geral é a manifestação pura do poder feminino”, comenta Rebecca.

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