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A erupção musical do Etna

Por Vinicius Valente

Foto de divulgação 

> Assista à entrevista exclusiva da banda Etna ao Saraiva Conteúdo

Muitos brasileiros gabam-se porviver num local paradisíaco, imune à incidência de catástrofes naturais, comofuracões, terremotos e erupções vulcânicas. No entanto, a tranquilidade do paísjá não é mais a mesma, pois, desde 2008, passou a sofrer um forte impactoproveniente de quatro rapazes de São Paulo, que vêm esquentando as rádios commúsicas cheias de lava escaldante. Queimaduras são inevitáveis, mas é melhor seacostumar, pois, sob o som de explosivos acordes, vem aí a erupção musical dabanda Etna. 

“O nome é baseado no vulcão daSicília, que transmite força, explosão, pegada, imponência, que é o que a gentefaz ao vivo”, afirma o vocalista e baixista Duane Desoto em entrevistaexclusiva ao SaraivaConteúdo.

“Exatamente. Nada melhor do quepegada no rock. Formou um vulcão na banda de rock, uma coisa forte, quente,explosiva e que nada consegue parar”, completa o baterista Peli Adamos.

O grupo é composto ainda peloguitarrista e vocalista Fabio Maciel e o também guitarrista Gustavo Barta. Em abril, a banda lançou o álbum Sorte grande, com 12 faixas, entre elas “A hora é agora”,“Atrás do que quis” e “Só eu sei”, considerado o grande hit. Em 2010, o perfilda banda na página do MySpace Brasil chegou ao posto do 4° mais visitado,ultrapassando a marca de 1,5 milhão de acessos.

“Essa música está dando o quefalar, a galera está cantando nos shows e a gente está muito feliz. Antes erauma parada que a gente não tinha muita noção, não esperava tanto. Agora com olançamento do Sorte grande, nossoprimeiro disco pela gravadora, a gente esta começando realmente a sentir essaeuforia da molecada, das fãs”, afirma Duane.

O Etna tem a formação atual desde2008, ano em que lançaram o primeiro CD, independente. Em 2009 fizeram umaturnê e começaram a aparecer no cenário underground de São Paulo, juntamentecom as bandas Cine e Stevens.

“O Duane e eu começamos em 2006.Tinham outros dois guitarristas. Gravamos duas músicas na internet e jogamospara quem quisesse ouvir. Acabou tendo uma repercussão legal, a gente conseguiuvários shows de bandas grandes para abrir, crescendo passo a passo. Em 2007 umdos nossos guitarristas deixou a banda, foi morar no exterior, e por via delemesmo a gente conheceu o Fabinho. Em 2008, a gente acabou gravando o primeiro CDindependente da banda, fechou o time e estamos aí”, afirma o baterista.

Os quatro integrantes têm comoídolos nomes de peso do rock nacional, como Charlie Brown Jr., Paralamas doSucesso e Raimundos, e internacional, exemplo de Fall out boy, Blink 182 eMcFly. Mesmo estando no início da carreira, eles já pensam adiante, sonhandocom um grande futuro.

“A gente gosta muito do que faz.Se a gente puder ter a oportunidade de fazer isso por mais muito, muito tempo,melhor pra gente. Vamos ficar muito contentes de continuar tocando, fazendonossas músicas”, reflete Peli.

“Acho que daqui a cinco anos amaior intenção é ter um Etna consolidado, a gente muito feliz, viajando muito.Sonhando alto, por que não viajar um dia para Portugal, Espanha, tocar no Rockin Rio? A gente está realmente vivendo como banda de verdade agora, acordando eindo dormir pensando no Etna. A gente está começando, temos muito que aprender”,conclui Duane.

> Confira o MySpace da banda

> Assista à entrevista exclusiva da banda Etna ao Saraiva Conteúdo


> Assista ao clipe de “”Só eu sei””

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