Bel Sanmax por Bel Sanmax Filmes e séries 20.06.2018 20.06.2018

25 anos de Parque dos Dinossauros: novo filme e muitas curiosidades

Para as gerações mais recentes, é impossível explicar o impacto que o Parque dos Dinossauros causou quando foi lançado, há 25 anos, em 1993. Além de ser uma experiência cinematográfica de proporções nunca vistas, no quesito efeitos especiais, o tema “dinossauros” não fazia parte do imaginário coletivo como nos dias de hoje.

Foi a primeira vez em que se pode visualizar e perceber a magnitude do que eram e como agiam os maiores seres a habitarem o planeta Terra. Em cores, movimento e com sons de arrepiar a nuca!

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Atualmente uma franquia, prestes a ter mais um capítulo a ser lançado nos cinemas em junho de 2018, com Reino Ameaçado, o Parque dos Dinossauros nasceu na mente do escritor Michael Crichton e tornou-se o que é através da genialidade e criatividade de Steven Spielberg (também o responsável por ‘condenar’ o mundo ao pavor de tubarões, mas essa é outra história).

Crichton, que escreveu o roteiro do primeiro filme, lançou o livro ao qual a trama se baseia em 1990. Em 1995, publicou a continuação, Parque dos Dinossauros: Mundo Perdido (os outros filmes foram desenvolvidos a partir de roteiros originais). O autor, que também criou filmes e séries como Westworld, Twister e Plantão Médico, morreu em 2008, aos 66 anos. O terceiro filme da franquia, Jurassic Park III, chegou aos cinemas em 2005.

Nova Era

UNIVERSAL PICTURES

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, de 2015, renovou a dominância dos filmes nas bilheterias, e detém (até o momento) o título de quarta maior bilheteria da história do cinema. A Ilha Nublar ainda é o pano de fundo da trama e no quarto filme, o parque é um bem-sucedido negócio.

A cada ano, é lançada uma nova espécie geneticamente modificada, um híbrido, para atrair o público cada vez mais em declínio. A Dra. Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt), um ex-militar e adestrador, correm contra o tempo para conter o animal, que se tornou incontrolável e prestes a cometer uma carnificina. A história termina com o parque destruído por conta dos dinossauros que saíram do cativeiro.

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Parte 5

Em Reino Ameaçado, de 2018, alguns anos se passaram, e Claire e Owen, apesar de alguns problemas de relacionamento, unem forças para uma missão quase impossível. O vulcão inativo da ilha está prestes a entrar em erupção, e os dinossauros podem voltar à extinção.

Para Owen, salvá-los também significa encontrar a Velociraptor Blue, a última de sua espécie, ainda perdida na selva.

Owen e Blue. UNIVERSAL PICTURES

Ao chegarem à ilha com o grupo de resgate, o Grupo de Proteção aos Dinossauros, instituição fundada por Claire, descobrem que há um plano para usar os animais como armas de destruição. Jeff Goldblum volta ao elenco como o Dr. Ian Malcolm.

Conheça algumas das maiores curiosidades sobre a franquia em seus 25 anos.

Prazer, Rex

Muito das características visuais dos dinossauros que vemos nas telas não são fieis à aparência real dos animais. Mas nunca mais vamos deixar de ver os dinos do jeito que Spielberg e Cia os criaram. Tente explicar para alguém que o temido Velociraptor, por exemplo, seria de fato muito mais parecido com um peru ou um coiote, e muito menor do que nos filmes.

Voa, dinozinho, voa!

Fotos: UNIVERSAL PICTURES + WIKI COMMONS

O Dr. Grant, o paleontologista protagonista do primeiro filme, insistia que o Velociraptor evoluiu para se tornar um pássaro. Alguns anos depois, na vida real, novos fósseis da espécie foram descobertos, assim como traços de plumagem. Filmes posteriores mostram o animal com a aparência atualizada.

Já o Mosassauro, que aparece em uma cena épica de Jurassic World comendo um tubarão branco (um ‘ovo de páscoa’ da outra franquia de Spielberg, Tubarão), nem dinossauro era. O animal seria mais semelhante a um lagarto de água, e não tinha espinhos nas costas.

Fotos: UNIVERSAL PICTURES + WIKI COMMONS

Outro exemplo é para destruir pesadelos de um quarto de século: os Dilofossauros, aquele pequeno dino que aparece no início do primeiro filme,na verdade, não cospe veneno e nem tem aquela “gola” assustadora. Essas características foram inventadas por Michael Crichton e Steven Spielberg.

Para terminar, uma pequena decepção: o T. Rex é um parente antigo da galinha, e ele também era coberto de penas. Mas assustaria do mesmo jeito!

Versão Remix

Além de serem responsáveis por ‘cravar’ na mente do mundo a aparência de certas espécies de dinossauros, os criadores dos filmes também nos deram os sons que eles faziam como trilha sonora de terror.

Mas na realidade não há como saber com certeza como de fato soavam os maiores animais a já terem vivido na Terra. A solução foi um ‘remix’ criativo de sons de animais para cada espécie. O primeiro filme recebeu dois prêmios Oscar de efeitos sonoros.

Dilofossauro: bugios, falcões, cascavéis e cisnes
Tiranossauro: cães, pinguins, tigres, jacarés e elefantes
Braquiossauro: baleia e burro
Velociraptor: filhotes de focas-elefante, golfinhos e morsas. Já o som deles conversando entre si é o de e tartarugas cruzando

Só na Ficção

UNIVERSAL PICTURES

Apesar de em 25 anos, muitos avanços terem aumentado as possibilidades de clonagem e engenharia genética, ainda não há como trazer os dinossauros de volta à vida.

No filme, o DNA dos dinossauros foi clonado, mas se o mesmo procedimento fosse feito hoje, a amostra não seria viável. Outra maneira seria via incubação, mas não há ovos equivalentes aos de dinossauros.

O paleontólogo Jack Horner, consultor dos filmes, revelou que há um procedimento com uma remota chance de dar certo: modificar geneticamente um embrião de galinha, para ativar genes inativos que conteriam traços semelhantes aos dos dinossauros. Porém, mesmo que isso acontecesse, o resultado não poderia ser considerado um dinossauro. Quem sabe daqui a 25 anos?

Te conheço?

O visual dos ‘dinos’, tendo alguém percebido ou não, teve alguns musos inspiradores. Dois deles foram os rostos dos atores Robert De Niro e Jack Nicholson.

Poltergeist Rex

O dinossauro mais temido, o T.Rex, é um robô, com painel de controle para ser ativado e desativado remotamente. Mas, de vez em quando, ele ganhava vida própria, e assustava até mesmo os próprios engenheiros que o haviam criado.

“Nós estávamos almoçando e, de repente, um T. Rex ganhava vida. No começo, nós não sabíamos o que estava acontecendo, e então percebemos que era a chuva “, revelou a produtora Kathleen Kennedy. A água fazia com que os robôs ligassem sozinhos.

Rexkenstein

Jurrassic Park WIKI

Os híbridos apresentados no quarto filme eram realmente bizarros e meio sem noção, mas poderia ter sido pior. O conceito original seria o de apresentar dinos com características humanas. Não é brincadeira: há a arte conceitual para provar!

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